segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Missão cumprida!

A situação era crítica, árdua, digna de se perder o sono, eram apenas três jogos e uma só meta a vista: fugir do rebaixamento. Em meio ao turbilhão que estava o Coritiba, Tcheco recebe o chamado e bate no peito a responsabilidade de salvar o time. Os número comprovam a eficácia do novo comandante: 77% de aproveitamento, um empate, duas vitória. No final, no último apito teve que se comemorar: missão cumprida. Depois de uma estreia em 0x0 contra o Interacional fora de casa, seguiram-se duas vitórias, Botafogo 2x1 no Couto Pereira e para coroar o trabalho, 0x1 contra o São Paulo em Itu. O gol de Lucas Claro que salvou o time definitivamente da série B arrancou a comemoração a lá Tcheco, aquela mesma, tradicional cheia de emoções de quando ele era o responsável por mudar o score.

    

 O campeonato acabou Tcheco se despede invicto do breve cargo e orgulhoso do objetivo alcançado: -Foi um título. Tem um valor imenso isso para mim. Conseguimos fazer certinho o que foi pensado e treinado durante a semana. Ainda não caiu a ficha. Esse jogo foi de muita entrega de todos os jogadores. Eles marcaram muito bem, fizeram tudo que conversamos. O grupo se uniu. Nos fechamos, sem individualidade. Todos fizeram isso de coração e isso foi fundamental nessas últimas rodadas. Não há como negar que a atitude do Tcheco de assumir o time, tomar a frente e unir todo grupo ao seu redor é digna de aplausos. Vindo dele certamente não se poderia esperar outra coisa, pra quem sempre demonstrou amor e extrema dedicação com aquilo que lidava foi apenas mais um mérito alcançando e um belo motivo para receber o emocionado “Muito obrigado” do torcedor.


Terei que destacar um elemento que não poderia passar despercebido nessas três partidas: a camiseta azul que esteve o tempo todo com ele. Ironia ou não ela foi a escolhida para sua primeira partida como técnico, contra o Inter, no RS. Pelo jeito o azul deu sorte para o Tcheco o lado azul do RS não hesitou em chamá-lo novamente de ídolo. Terminar o ano assim trás uma lição de carácter e respeito, novamente o Tcheco é o professor desses dois valores. A recompensa veio e com ela a nova ratificação de que aquilo realizado com amor sempre acaba saindo bem feito. Valeu Tcheco pelo exemplo, pelo trabalho e pela determinação de sempre!

domingo, 17 de novembro de 2013

Mande chamar o Capitão ou melhor o novo técnico Tcheco

Sábado, termina o jogo no Couto Pereira, os jogadores baixam a cabeça e amarguram a derrota por 2x1 para o Criciúma, o terror da zona de rebaixamento está próximo. Domingo, 16h50min da tarde a direção do clube se pronuncia, o técnico Péricles Chamusca não é mais comandante da equipe. Três intensas e perigosas partidas ainda restam para que se encerre o Campeonato Brasileiro. Quem poderá nos salvar? Tcheco! Sim, o “ser superior” de David Coimbra ouviu o chamado e agora tem em suas mãos a responsabilidade primordial de guiar o time. A braçadeira amarela que antes lhe pertencia escorregou pelo seu braço e foi parar na casamata do Coritiba. Dentro de um ano e pouco o Tcheco assumiu as mais diversas posições que o futebol poderia lhe apresentar, de jogador, a dirigente, auxiliar técnico e agora técnico mesmo, na mais natureza pura dessa função. Nesse momento serão apenas por três rodadas, talvez as três rodadas mais complicadas que ele vai encarar pela frente, e também as três rodadas que de forma alguma eu não poderei perder. O autofalante anunciando, a escalação nas mais diversas redes sociais sendo divulgadas, os prés e os pós jogos, o Capitão Tcheco agora será O Capitão Tcheco, a voz que antes puxava a roda no túnel de entrada se amplificará para conduzir seus comandados na sala de preleção.
Talvez seja uma das maiores responsabilidades que o Tcheco está recebendo em sua vida, com certeza mais um obstáculo a ser derrubado e mais uma etapa a ser vencida. Tenho a plena convicção de que o que vier dele será na maior disposição e na maior dedicação possível. Sempre foi assim e continuará sendo. As palavras agora estão com ele, as peças de um quebra cabeça chamado time está em suas mãos e a vontade vem em dobro. Eu acredito no trabalho do Tcheco como sempre acreditei no seu futebol, as atenções e as qualidades agora estão sendo empregadas de outras formas, mas continuam presentes e com certeza em grandes doses. O que vem dele vem com amor, merece respeito e gera muito orgulho. É uma nova etapa, o grito que ecoava no estádio chamando seu nome deve ser o mesmo quando o último nome do telão do estádio for anunciado.
Quisera o destino que sua estreia nessa função fosse justamente no Rio Grande do Sul, justamente contra o Internacional, justamente contra o time que ele tantas e tantas vezes foi rival e sentiu o gosto da felicidade, justamente nessa rodada tão importante ele terá o apoio tremendo da outra metade do estado, essa que sabe como ninguém de seus poderes. Então que se desviem as atenções do campo para o banco de reservas porque o Técnico Tcheco vem ai. Boa sorte Capitão!

domingo, 14 de julho de 2013

Tcheco no MMA

Tcheco agora está inserido na onda do MMA também, felizmente ele não trocou de esporte, esse é apenas um novo investimento nos seus negócios. Sua escolinha de futebol, Tcheco Mania de Bola, terá um centro de treinamento equipado para as lutas marciais também.
Com a parceria do mestre Luiz Totti, o complexo Centro de Excelência em Artes Marciais Luiz Totti – Tcheco foi inaugurado sexta feira e já conta com aulas de MMA, Muay Thai, Jiu Jitsu e Boxe. O Capitão está empolgado com a novidade que tem tudo para dar certo: -Estou muito animado com o projeto e com as perspectivas de crescimento. Todos são muito bem vindo ao espaço de treinamento, que vai ser destinado para as famílias e atletas amadores e profissionais
Muita sorte ao Tcheco nesse novo projeto, se ele seguir os passos do futebol do Capitão com certeza será um sucesso. Fica a curiosidade se o Tcheco arrisca uns golpes no tatame também ou prefere ficar só com os chutes no campo mesmo.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Na frente de todos

Liderança isolada, ponta da tabela, primeiro lugar, é ali que se encontra o time defendido pelo Tcheco. Historicamente o Coritiba ocupa a frente na era dos pontos corridos do Brasileirão. Esse posto foi merecidamente alcançado depois da vitória por 2x1 contra o atual campeão Fluminense. O Couto Pereira foi à loucura quando aos 42 minutos um canhotaço de Alex desempatou o placar e marcou o 400° gol na carreira. Ao ver o atual capitão comemorando foi inevitável não ver a semelhança entre ele e o Tcheco, o primeiro sucessor do segundo, dois camisas 10, dois capitães e o mesmo espírito apaixonante de comemorar um gol. Percebia-se ontem o amor do Alex ao olhar para torcida, igualzinho ao Capitão, os dois fazem esse momento realmente especial e enchem-no com grande significado.

   
Agora segue-se o Brasileirão, domingo contra o Náutico o Coxa defende dentro de casa a liderança. Do banco de reservas o Tcheco acompanhará seu sucessor e tomaras que muitas emoções como essa se repita. Uma para levar o Coritiba ainda mais adiante e outra para vermos o espírito Tcheco sempre presente nem que seja pela manifestação alheia

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terça-feira, 14 de maio de 2013

Tcheco Eterno Capitão: Taça para a torcida e T37RA no peito!

Tcheco Eterno Capitão: Taça para a torcida e T37RA no peito!: É TETRA!! Mais uma vez, quarto ano consecutivo que deu Coritiba como o melhor do Paraná. É também o quarto título do Tcheco esse campeonato ...

Taça para a torcida e T37RA no peito!

É TETRA!! Mais uma vez, quarto ano consecutivo que deu Coritiba como o melhor do Paraná. É também o quarto título do Tcheco esse campeonato estadual, o terceiro seguido, o primeiro como auxiliar técnico.
Depois de começar perdendo, o Coxa virou com dois gols de Alex e marcou o terceiro com Geraldo. Apesar de não ver o Capitão em campo a alegria é a mesma dos anos anteriores. Essa que pode ser extravasada no último, quando de sorriso no rosto o Tcheco abraçou o técnico Marquinhos Santos, já com a certeza que penduraria mais uma medalha no peito.
Esse é mais um título para o Tcheco, certamente cada um tem suas peculiaridades e sua importância, mas algumas coisas não mudam, o empenho, dedicação sempre presente em todos eles.
Ano passado ele erguia a taça, conquistava seu ultimo título como jogador. Hoje, ele via o jogo das arquibancadas, empunha seu papel pelas palavras, mas o gesto nas duas conquistas foi o mesmo. Impossível não se emocionar, e muito, ao vê-lo jogando a taça para a torcida, levando adiante uma tradição que é só dele. Como mesmo disse ao sair de campo:
-Fiz isso ano passado, vamos ver se isso vira tradição
 
 Os ídolos comuns se fazem de gols e títulos, mas os ídolos de verdade aliam a isso aos gestos, e que gestos, capazes de arrepiar e tornar parte algo que parecia distante. Dar para a torcida o que é grande parte dela é uma atitude que eu só esperaria do Tcheco mesmo. Tomaras que isso possa se repetir por muitos e muitos títulos, por mais que se mudam os papeis o significado sempre será gigantesco.
Parabenizo do fundo do meu coração a equipe,  merecem muito isso, a alegria de vocês é a minha alegria. Que possam curtir muito esse momento e se orgulharem mesmo porque ser tetra não é para qualquer um, assim como ser tetra vice também não.
A cada ano posso ter mais orgulho do Tcheco, o jogador não volta mais mas o caráter dele que já é tradição perdura, assim como minha admiração por todo o profissionalismo e pela pessoa que ele é.
T37RA COXA!!

sábado, 11 de maio de 2013

Dia de decisão


Mais uma decisão pela frente, uma das muitas do Tcheco, a primeira do Tcheco ex jogador. Hoje é o dia da grande final do paranaense, frente a frente mais uma vez Coritiba e Atlético-PR, o Atletiba poderá dar o tetra campeonato ao Coxa e o tetra estadual do Paraná ao Tcheco também.
Devido a um placar igual em 2x2 no primeiro jogo, um empate chega para o Verdão levantar a taça e pendurar a faixa dentro do Couto Pereira.

 
Esse pode ser o primeiro titulo que o Capitão participa sem as chuteiras nos pés. Há um ano foi ele que subiu aos céus pela primeira vez a taça do tri e conduziu a entrada ao gramado. Hoje a história será diferente, mudaram os personagens, trocaram os papeis, contudo algumas coisas permanecem e é isso que fará a diferença: o apoio, a experiência, a palavra.
 
 
Não importa se hoje a maior graça do jogo estará no banco e a atenção será nos gritos de incentivo ao invés das entrevistas porque o apoio e a torcida pelo Tcheco continuam o mesmo. Na verdade, aumentou o estímulo ao Coxa mesmo, a vibração não só para que o Capitão seja o campeão mas para que o Coritiba, o time, o clube, seja tetra.
Um ótimo jogo aos Coxas Brancas, uma mente e muitas palavras sábias ao Tcheco para que o Tetra esteja a caminho.


 

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Mais um ano de vida, feliz aniversário Tcheco!

Um ano se foi, a exatos 365 dias atrás saia de campo um aniversariante emocionado, a exato um ano atrás um dos últimos gols era marcado, uma das últimas partidas disputadas. A exato um ano atrás os olhos de um capitão estavam marejados durante o hino que entoava antes de Coritiba e ASA. Um ano se passou desde o último 11 de Abril. Durante esse ciclo, o jogador tirou as chuteiras, veio o papel de dirigente, passou a auxiliar técnico. Hoje, você Tcheco completa mais um ano de vida. Muita coisa pode ter mudado, passaram-se as estações, acabaram e se iniciaram os campeonatos, mas você continua sendo o Camisa 10 apaixonado do Grêmio, o Rei da Arábia, o Maestro Coxa Branca. Não importa se hoje marca mais uma passagem em sua vida e se muita coisa mudou, pois aquilo que foi vivido o tempo só apaga se nós deixarmos.
Nesse aniversário, não deixe que os males invadam teu dia, nem hoje nem nos próximos que se seguirem. Abra as portas, Tcheco para o que há de melhor no mundo, a simplicidade como tu próprio demonstra, o amor o mesmo que te faz beijar o distintivo, os sonhos que te conduziram para o caminho que tu se encontra hoje, estes mesmo que te fizeram construir sua vida. A vida que começou na alegria quando teus pais te seguraram pela primeira vez, que passou nas vozes de quem te orientou, nos passos dados pelas quadras, gramados e estradas desse mundo a fora, nas pessoas que tu cativou e pelas marcas profundas que deixou por infinitos lugares. Por isso hoje, estou aqui para desejar um grande feliz aniversário a esse Capitão que nos mostrou que nem tudo é como diz a regra e mais que isso provou que tudo se pode fazer quando há amor. Tcheco, as palavras não passam de simples fórmulas para expressar aquilo que representa. Por mais que elas se organizem uma a uma ainda faltará espaço para tudo que quero te desejar
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Dizia certa frase do livro Vendedor de Sonhos, “A vida se extingue rapidamente no parêntese do tempo. Vivê-la lenta e deslumbradamente é o grande desafio dos mortais”. Por isso aproveite cada minuto que se passa e como tu fazia dentro do campo viva-os da maior intensidade possível e dando seu melhor, por mais que haja desconfiança e tempos difíceis. Deixe que as lágrimas rolem e levem com elas o que há de ruim, abra em seguida o brando sorriso capaz de enriquecer alguém sem que empobreça quem está dando. Jamais esqueça teus ideais que fizeram de ti esse ser humano incrível, esse modelo de dedicação e solidariedade. Nessa época é tão bom ver como você é lembrado de uma maneira especial, isso foi por que você deu tudo que tinha para dar, mesmo que hoje sua função seja outra não olhe com tristeza por ter acabado mais sim alegria por ter acontecido. Então, mais uma vez, feliz aniversário, aproveite seu dia e sobre tudo viva o hoje, tente sempre que for preciso e quantas vezes for preciso, o passado também não volta mas resguarda a nostalgia para aqueles que fizeram bom viver dele. Estarei torcendo pelo teu sucesso!

sábado, 2 de março de 2013

Com cara de final

Mais uma decisão a vista. Nesse domingo o time auxiliado pelo Tcheco entra em campo para disputar o título de campeão do primeiro turno no campeonato Paranaense. Ocupando o primeiro lugar da tabela o Coxa depende de um empate em cima do Londrina, coincidentemente o segundo colocado, para levantar o troféu. Depois de uma vitória por 2x1 no clássico Atletiba o time vem embalado, acredito que se depender do Tcheco estarão com toda vontade em campo.

O adversário, Londrina, é sinônimo de rivalidade tratando-se do time do interior com a capital, essa disputa assídua dentro de campo vem aumentando cada vez mais. O Tcheco foi um dos grandes protagonistas para isso, hoje fato encarado com naturalidade: -Rivalidade sempre vai existir entre interior e seja qual for o time da capital. Vai se acirrando uma equipe com a outra, como é o caso do Londrina com o Coritiba, mas são rivais com muito respeito. Não vejo confrontos com confusão e nem nada para chegar a um ponto de ter ódio, mas uma rivalidade sadia dentro de campo A primeira polêmica foi no último confronto entre eles, de certa forma o Tcheco provocou a expulsão de um jogador do Londrina que se levantou do chão para empurrar o Capitão.
Mas o fato mais marcante foi mesmo em 2003, o Coritiba perdia por 2x1, até que aos 46 minutos, o Tcheco tenta proteger a bola e acaba dando um jogo de corpo no adversário, apesar da revolta da torcida o juiz deixou o jogo seguir. Em seguida o Capitão foi derrubado, falta cobrada por ele mesmo para grande área onde o zagueiro Fabricio marca e empata a partida. -Eu lembro que teve bastante repercussão e bastante protesto por parte do Londrina, mas acho que não foi um protesto exagerado e argumentos que fazem parte do futebol Com rivalidade ou sem, o essencial é que amanhã é dia de decisão, é dia de final, é dia que o troféu vai subir aos céus. A primeira do Tcheco como auxiliar técnico, a primeira de muitas, acredito eu, certamente o empenho dele será o maior possível, seja com os gritos estridentes ou as sábias palavras de incentivo. Que o Coxa faça um ótimo jogo e que o Tcheco possa por mais um troféu na estante.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Liderança isolada com toques de Tcheco

Na noite de ontem o Coritiba assumiu de forma isolada a liderança o Campeonato Paranaense, se firmou de vez na ponta com a vitória por 2x0 sobre o Nacional dentro do Couto Pereira. Com gols de Lincon e Deivid. O apoio do Tcheco que nos anos anteriores vinha de dentro do campo, esse ano está acontecendo de uma forma diferente: pelas palavras, sejam elas pelo grito, orientação ou incentivo.
O responsável por ficar na beira de campo é o técnico Marquinhos mas seguidamente se vê um Tcheco compenetrado deixar o banco de reservas para conversar com o comandante. Contando com a ajuda de seu “tablete inseparável” o Capitão seguidamente solta a voz ao chamar e dar orientação a algum jogador. Nesse ultimo jogo, ouviu-se varias vezes dos narradores frases tendo o Tcheco como o agente: “E o auxiliar técnico Tcheco agora deixa o banco de reservas e está a um certo tempo conversando com Marquinhos Santos”, “Tcheco grita para chamar a atenção de Chico” ou “O pedido de Tcheco é para o time atacar”.
Acredito que toda vez que o Capitão acompanha seus comandados no vestiário sempre bate aquela saudades de calçar as chuteiras e puxar a fila para entrar em campo. Como certa vez disse ele: -Ainda há uma dor no coração ver o Lincoln ,o Devid, e ate o próprio Alex indo para os vestiários se aprontarem e eu para o banco. Sinto muito a falta. Sempre foi meu sonho estar aonde cheguei, e espero que Deus me abençoe nessa nova função Felizmente aquela vibração que ele desempenhava como capitão pode continuar a ser muito útil, assim como a experiência de quem no passado dava alegria a torcida ajuda com exemplos e com a vontade de seguir vencendo, mesmo sendo de uma forma diferente.
Sinto falta de acompanhar os jogos e ver o número 8 entrando sempre de passos firmes com toques refinados de liderança, de encontrar pelo gramado aquele par de chuteiras preto com azul e branco, este mesmo que dava os passos milimétricos e cruzamentos precisos. Mais falta sinto ainda de comemorar o gol e sentir nele o melhor sabor de todos, o sabor da vibração carregada de emoção. E o principal é ter que aprender a confiar em outros jogadores, pois sei que aquele de quem se podia esperar o máximo empenho e todo amor a camisa que vestia não vai mais estar ali. Sobram histórias, vem a saudade mas também a alegria ao saber que a dedicação Tcheco não se acabou, a trajetória desse ídolo apenas pegou outro rumo. Os tão famosos dons do passado seguirão contribuindo agora no presente para que no futuro também possamos sentir saudades do outro Tcheco, aquele do “tablete inseparável”, abrigo e por vezes apito na mão.
Desejo toda a sorte e a luz do mundo a esse novo Tcheco, novo apenas na função pois de coração ele ainda é o mesmo, o ídolo será sempre ídolo não importa o que ele faça. Agora o próximo desafio do Coxa e do Tcheco é nesse sábado contra o Arapongas, vamos torcer para o espírito do Capitão agora acompanhar seus comandados e continuar trazendo muita alegria.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Boa ação para começar bem o Campeonato Paranaense

Nesse sábado a delegação do Coritiba se despediu da cidade de Foz do Iguaçu onde era realizada a pré-temporada e seguiu de volta para Curitiba. Uma linda maneira de se encerrar essa preparação foi com a doação de alimentos a população atingida pela enchente na cidade, e o personagem principal nessa ação só podia ser o Tcheco.
O Capitão foi entregar as duas toneladas de alimentos arrecadados no jogo treino contra o Toledo, um gesto simbólico, mas com muito significado como falou o Tcheco: -Marcamos nossa passagem de uma maneira muito positiva com esta doação, uma atitude simples, que com força de vontade o Clube conseguiu fazer uma bela ação. Sabemos também que a participação da Secretaria de Esporte e Lazer e Assistência Social contribuíram muito o trabalho para conseguir isto, todos estão de parabéns A ação fez parte do projeto desenvolvido pelo clube, Coritiba Retribui, que está sempre no auxilio com o próximo e envolvido com causas socioambientais, as palavras do Tcheco traduzem exatamente seu significado: -O clube acertou em cheio com o Coritiba Retribui, é bacana de ver as pessoas, sejam elas quem for, satisfeitas e alegras com este gesto de carinho
Parabenizo o clube pela iniciativa e mais uma vez o Tcheco, que está sempre presente nessas ações, com pequenos gestos se constrói grandes significado, pois o valor daquilo que realmente importa está no sorriso, na dedicação e no amor pelo que se faz. É um orgulho muito grande ver o Capitão ali, cada vez mais se mostra um ser humano grandioso. Nesse domingo o Coritiba estreia no Campeonato Paranaense contra o Operário, às 17 horas, em virtude da equipe principal ter retornado antes o comando da equipe voltará para as mãos do técnico Marquinhos, mas a companhia do Tcheco no banco de reservas continua. Boa sorte a eles nesse ponta pé inicial e que muitas conquistas possam estar a caminho.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

De volta ao trabalho

Está aberta a temporada do futebol Brasileiro em 2013. Já na semana passada os jogadores retornavam das férias e se reapresentavam aos clubes. No Coritiba os trabalhos começaram na quinta, tendo na sexta feita um belo evento que contou com a presença dos sócios para a apresentação formal dos atletas a sua torcida. Infelizmente o Tcheco não pode comparecer, mas Felipe Ximenes ao apresentar o novo auxiliar técnico Marcelo Serrano ainda brincou: -Calma torcida, o Tcheco continua
No domingo a delegação seguiu para Foz do Iguaçu onde realiza a pre - temporada. O primeiro compromisso do ano será dia 20 de Janeiro contra o Operário e tudo indica que o responsável por comandar a equipe sub-23 nessa e em mais três partidas será o Tcheco, enquanto os outros senguem com mais tempo para treinos. Nesse inicio de temporada o que se tem pela frente é muito trabalho para que durante o ano os resultados sejam os melhores possíveis. Ao Tcheco todo apoio possível nesse novo comando se ele realmente acontecer, sabe-se de toda sua dedicação e comprometimento com a equipe, portanto indica que muitas alegrias estão a caminho.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Um fã, um sonho e muita emoção

Quanto vale a realização de um sonho? O quanto isso representa para quem tanto desejou fazê-lo? Palavras podem tentar, mas dificilmente definirão ao certo o que se passa no coração de quem viu aquele desejo acontecendo diante de seus olhos. O que dizer sobre o fã que desde pequeno cresce ouvindo história daquele que certo dia irá se tornar seu, ídolo, esse mesmo que lhe toma prazerosos momentos acompanhando sua carreira e vibrando com ela. O ídolo que lhe ensina coisas, mesmo sem querer traça caminhos em sua vida jamais imagináveis e te faz acreditar que teus sonhos podem ser verdade, basta querer. Essas palavras poderiam estar se referindo a mim ou a qualquer outro fã, mas escrevo-as em especial a um deles, a um fã que assim como eu tem sua admiração pelo Tcheco, Guilherme, 18 anos, torcedor Coxa Branca, realizou o sonho de conhecer o Tcheco. Mais uma história de pura emoção.
Em 2003, aos oito anos o pequeno Guilherme viu pela primeira vez em seu Coritiba, um certo camisa 7, não muito conhecido mas que aos pouco foi mostrando porque estava ali. O interesse do garoto pelo futebol foi crescendo quando veio o título invicto do Paranaense e a classificação a Libertadores. A “maquina de 2003” como ele define o primeiro time que viu jogar tinha o destaque do Tcheco, os lançamentos certeiros, e aquele que “era sempre o melhor em campo”, virou ídolo do time e começou a traçar marcas no menino que hoje crescido não deixa de dizer: - O Tcheco representa simplesmente meu exemplo de conduta, através de ideais e atitudes, nunca gostei de outro jogador tanto quanto eu gosto dele.
Ter uma camiseta que levasse o número 7 era a obseção, chegou até a trabalhar para juntar dinheiro e comprá-la. Correr as bancas para guardar jornais de esportes que falavam do ídolo também era rotina, recordações do passado que são guardadas até hoje com muito carinho. Entretanto quis o destino se intrometer na frente. Após receber a notícia da mãe que o ídolo iria embora as lágrimas tomaram conta de Guilherme, e do Tcheco também ao se despedir do time que o havia revelado e partir para terras longínquas da Arábia. Com o passar dos anos o Tcheco volta ao Brasil, dessa vez para defender o Grêmio, com isso uma nova simpatia de Guilherme com o time gaúcho começa a nascer, afinal a idolatria Coxa Branca por ele teve que ceder espaço para a idolatria gremista por seu mais novo camisa 10. Inclusive a admiração pelo Tcheco trouxe uma maior aproximação com o avô gremista.
Chegando pelo meio do ano de 2010, a alegria novamente tomou conta de Guilherme ao saber que seu ídolo retornaria ao Coritiba, o antigo camisa 7 que havia ganho sua admiração voltava para casa. Ali renascia um desejo jamais esquecido de conhecer ao vivo seu ídolo. Mesmo participando de eventos do clube, indo ao interior para ver o Tcheco jogar ou indo a jogos com frequência desde pequeno, alguns deles históricos como a partida que homenageou o Capitão e selou sua aposentadoria ou a partida que os classificou para a Libertadores, o Guilherme ainda não tinha tido a graça de estar frente a frente com o ele. Todavia esse dia que demorou a chegar, chegou. Domingo passado, dia 9, aconteceria a terceira edição do torneio Gols pela Vida que tem por objetivo ajudar o Hospital Pequeno Príncipe. O Tcheco é um dos padrinhos do projeto e ia fazer parte do Jogo das Estrelas disputado no Couto Pereira. Seria a chance perfeita para o Guilherme enfim realizar seu sonho. Contudo o evento seria fechado para o público, só era possível estar presente mediante apresentação da pulseirinha, como forma de convite fornecido pelos patrocinadores.
A essa etapa eu já tinha feito amizade com o Guilherme, conhecido sua história, já tinha sentido que a importância que o Tcheco tinha pra ele era mesma que a minha, inclusive até tinha sido presenteada com uma bela camiseta do Coritiba estampando o nome do ídolo em comum as costas. Decidi agir, entrei em contato com a organização do evento e para minha surpresa tive uma resposta maravilhosa, gentilmente garantiram ao Guilherme a pulseirinha para ver o jogo e a certeza que o levariam conhecer o Tcheco. A minha realização estava feita, fui simultaneamente tomada por uma onde de alegria. Sei da importância que tem tu conhecer o ídolo que tanto admira, ainda mais se a espera é grande. Ao ler a resposta do pessoal me veio o dia que isso aconteceu comigo, quando também tive a ajuda para conhecê-lo, são pessoas até então desconhecidas mas que a partir da li você passa a guardá-las com carinho no coração. Era o Guilherme que iria conhecer o Tcheco, mas a alegria com toda a certeza era grande parte minha. O dia tão esperado chegou, depois de quase 10 anos de espera o sonho iria se realizar. Sentado nas cadeiras do Couto que Guilherme viu o Tcheco emergindo no campo ao mesmo que tempo que recebia um recado da organização para descer e ir ao encontro do ídolo. Recebido com um carinhoso: “Eai Gui!”, veio o abraço, o autógrafo na camiseta que trazia o nome do Tcheco e as fotos. Preciosos momentos se passavam como a conversa que fluía: - Falamos mil coisas,eu falei que nunca havia gostado de ninguém como jogador como eu gosto dele e falei do Paranavaí ,da decisão de 2003,de como eu comecei a torcer pro Coxa por conta dele Depois de horas de trabalho em um vídeo mostrando os melhores momentos da carreira do Capitão, ele pode chegar as suas mãos e foi recebido com entusiasmo pelo que Tcheco brincando ameaçou cancelar a participação no jogo porque estava ansioso para assistir o que continha no presente.
Até ali a emoção já estava grande, ganhou até mais alguns momentos para conversar com Tcheco quando este foi substituído. Mas o dia reservava ainda mais, a espera de tantos anos ia valer ainda mais a pena. O Capitão voltou a jogar e no fim da partida, quando os torcedores se amontoavam próximo ao campo para acenar para o ex jogador, ele veio até o Guilherme, agradeceu pelo vídeo, garantiu que iria assistir, tirou a camiseta do evento que usava e entregou nas mãos do fã que custava acreditar que aquilo era mesmo verdade. Coincidência ou não, a camiseta trazia o número 7 as costas, o numero com que o Tcheco ficou marcado para o Guilherme, o mesmo numero que estava na sua camiseta do autógrafo. Quem sabe, quis o destino colocá-la ali especialmente para ele.
O dia já terminou, mas com toda a certeza as lembranças permanecem viva, são momentos que ninguém vai tirar dele, não tem dinheiro que compra, tragédia que destrua, a persistência e a dedicação ao ídolo valeu a pena, muito a pena ainda mais para conhecer uma personalidade tão especial como é o Tcheco: -Foi um dos melhores dias da minha vida, a gente nunca sabe aonde a vida vai nos levar! Eu o achei simplesmente incrível, desde a hora que passei pelo portão que dava acesso ao gramado ate quando dei um abraço nele e disse o quanto ele representa pra mim São momentos e sensações que parecem simples, contudo é impossivel medir o quanto elas significam, uma palavra, um gesto, um sorriso, tudo tão especial. O que foi vivido não se apaga mais, aqui uma frase clichê mas é impossível não mencioná-la, foram momentos que não duraram para sempre mas duraram o tempo necessário para serem inesquecíveis. O Guilheme se sentiu assim e foi como eu me senti. O Tcheco é uma pessoa fantástica, com um grande coração, difiicl um ídolo como ele, mescla o profissional empenhado com uma personalidade extremamente carismática. Fica meu agradecimento a ele, pela forma como tratou o Guilherme, pela atenção que deu a ele e por mostrar novamente que ele é o melhor ídolo que um fã pode ter.
Gostaria de agradecer também ao pessoal do Gols pela Vida por terem atendido meu pedido, recebido o Guilherme de braços abertos e feito parte dessa história tão bonita. Também parabenizá-los juntamente com o Tcheco por estarem envolvidos nessas causas sociais, realmente o Mundo precisa mais de pessoas e gestos assim. Eu fico muito grata de poder ter ajudado, foi uma honra pra mim, uma sensação única. É muito bom saber que o Tcheco além ser uma pessoa que admiro coloca mesmo sem querer amigos novos na minha vida. Que pela frente caminhos incriveis ainda estejam por vir, a final se trando deTcheco só se pode esperar coisas boas e inesquecíveis.
Abaixo está o vídeo entregue pelo Guilherme ao Tcheco, ele faz uma retomada de toda carreira do Tcheco, com gols desde a época do futsal, até os mais recentes e marcantes. O curta da vida do Capitão está divido em três partes, não percam a chance de assistir e se emocionar.
PARTE 1
 
PARTE 2
 
PARTE 3

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Tcheco marca presença e recebe homenagem na inauguração da Arena

Inaugurada a nova casa Gremista, o novo templo que irá abrigar sua torcida e seu time agora em diante. Na festa misturando música, jogo e muita emoção não poderiam faltar seus ídolos, os ídolos que fizeram sua história no Olímpico e agora vieram dar sua boa sorte a Arena. Claro, entre esses ídolos estava o Tcheco.
O Capitão fez parte da última parte do show de abertura, o resgate histórico, primeiramente 48 bandeiras do Grêmio foram apresentadas, em seguida gols e conquistas eram passadas no telão. Terminado isso a torcida pode ovacionar os 12 ídolos que entravam um a um no gramado, conduzidos por crianças vestidas como mosqueteiras, em referência ao mascote gremista. Todos iguais, de calça branca e camiseta azul celeste foram até o meio do campo onde saudaram a torcida. A Arena não irá vê-los brilhar por esse gramado, as histórias de cada um deles refletiram do Olímpico até lá e por isso puderam ter seu merecido momento de ídolos do Monumental na Arena.
Ao lado do Tcheco, ídolos como Danrlei, Arce, Anchieta, Baidek, Roger, Emerson, Carlos Miguel, Tarciso, Jardel, De León e Milton Kuelle (único jogador que esteve nas três casas do clube, a Baixada, o Olímpico e a Arena) entraram em cena para completar a homenagem ao passado vitorioso.
Mais uma vez a emoção tomou conta ao ver o Tcheco emergindo do túnel novo em folha da nossa nova casa, sendo ovacionado e marcando sua presença em um evento tão inesquecível como esse. O Grêmio realmente é muito importante pra ele, sua história se passou aqui. Se a Arena não sentirá sua vibração em campo tenho certeza que na arquibancada ela sentirá a força do Capitão. Sua comemoração característica que também está exposta no painel que dá acesso ao campo, o jeito vibrante e carregado de emoção com que o Tcheco segurava a camiseta do Grêmio, uma vez lá, jamais sairá, as gerações seguintes poderão ouvir história daquele jogador incrível que fez parte do nosso passado.
Novamente o Capitão fez questão de levar o Leonardo para acompanhar tudo, para nós admiradores de seu trabalho já arrepia vê-lo vendo ali, para ele algumas palavras definem esse momento: -Foi uma honra e muito emocionante!
Dessa vez o evento todo foi fantástico, o show de se derramar lágrimas e o jogo contra o Hamburgo, mesmo adversário da conquista do Mundial em 1983, teve uma reedição, novamente o placar de 2x1 para o Grêmio fez o torcedor voltar realizado para casa, não pode faltar um toque de imortalidade na partida para que a Arena desde já não perdesse a esperança em seus novos frequentadores. Que nos anos que se sigam muitas conquistas possam ser vistas aqui dentro, que o Tcheco também possa ser visto muitas vezes torcendo por nós e que a dedicação, o amor pela camisa e o orgulho desses ex jogadores possam ser transferidos para lá. Começa agora a era da Arena mais moderna da América Latina, onde muita história está para nascer e de onde quem nos deu tanta alegria como o Tcheco poderá dizer: eu já estive lá!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Adeus do Tcheco ao Olímpico

A emoção da semana inteira culminou num domingo de Grenal, mais que isso, um domingo de despedidas, pela última vez o Estádio Olímpico Monumental veria a bola rolando no gramado e a torcida com o coração já apertado cantando na arquibancada. E nessas homenagens todas dedicadas ao Estádio não poderia faltar o Tcheco, que por alguns anos aliou sua história a história do Olímpico.
Não era só a torcida que queria dizer adeus, os ex-jogadores também vieram, a convite do próprio Grêmio, prestar seus tributos a aquele que por tempo os abrigou. Os Heróis do Olímpico, se não fosse pela dedicação deles e o amor deles pela nossa camisa o presente de hoje seria incerto. Foi com o orgulho que vi o Tcheco emergindo do túnel, vestindo novamente a nossa camiseta, saudando a torcida e sendo saudado. Ao lado, ele trazia o filho Leonardo, que por vezes acompanhava o pai nos treinos e nos jogo. Em meio a tantos outros craques, o Capitão deu sua última volta olímpica, num Olímpico que agora vai virar lembrança, no peito do Léo, sobre sua camiseta do Grêmio, brilhava a medalha ganha pelo pai como forma de retribuição do time que ele honrava defender. Ver o Tcheco ali, junto com cada pedacinho da história do Grêmio e fazendo parte desse último capitulo do nosso estádio me deixa muito feliz e orgulhosa, da pra ver como o Capitão da valor ao time que ele defendia, mesmo depois de deixar o clube ele continua atento ao que está acontecendo e fez questão de vir. O papel de ex-jogador nessas horas se mescla com o de torcedor, isso é o diferencial para chamá-lo de ídolo, o amor que ele tem pela camiseta do Grêmio é o mesmo que a gente, torcedor, tem.
A emoção era muito forte, saber que 58 anos de tudo que foi conquistado ali agora deixará de existir no concreto, para ser a lembrança de cada um do Monumental. Com certeza o que o Tcheco vai lembrar-se dele serão aqueles momentos que a avalanche vinha abaixo enquanto ele comemorava seu gol numa explosão de emoções, não esquecerá também vozes a todo pulmão entoando: Dalhe Tcheco Copeiro, quanto pela última vez ele calçava as chuteiras e defendia nossas cores. Quando se falar de Tcheco e Olímpico, a imagem que guardarei pra sempre dele, é um Tcheco comemorando de pé sobre uma bancada em frente à torcida, de abraços abertos na mesma sintonia das arquibancadas. O Olímpico não irá se esquecer das homenagens prestadas a ele, ele pode não ter coração, mas vida com certeza tem, a final, a vida foi lhe dada pelos milhares de corações batendo por ele.
Antes do jogo o Tcheco já havia afirmado: -Todos me perguntam qual foi o jogo inesquecível pra você Tcheco? O jogo inesquecível ainda estar por vim, domingo às 17 horas, vai ser inesquecível. O sorriso que estampava seu rosto mostra como aquilo era verdade, ao terminar a partida, infelizmente o resultado não foi o merecido, quando as redes eram tiradas das goteiras e as lágrimas escorriam no rosto dos torcedores, o Tcheco continuava lá, observando tudo, ao seu lado uma torcedora chorava, a foto a baixo resume tudo isso e sua descrição vou deixar para ele próprio fazer: - Muita coisa nessa foto; passando um filme na minha cabeça , meu filho sentado do lado esquerdo vivenciando um momento épico, com o sol se escondendo atrás do Estádio Olímpico Monumental,pela ultima vez com minha presença dentro do estádio assistindo a emoção dos torcedores. Como a torcedora do meu lado chorando, não tem como as lagrimas não vim. Como meu pai sempre diz: tem certas coisas na vida que não tem preço.
Não tem preço nenhum mesmo, gestos assim e palavras assim que deixam o Tcheco num outro patamar, o Olímpico jamais vai esquecer de ti, das tuas comemorações, da tua disponibilidade e da tua liderança, hoje nós estamos saindo dele mas ele jamais vai sair de nós. Fico realizada de poder ter visto o Tcheco jogar dentro do Monumental e ter feito parte de sua vida aqui. Que as portas de nossa casa estejam sempre abertas para ele e outros ídolos também, pois aqui são valorizados, cada um é parte não só do Olímpico, mas de toda nossa história, temos muito orgulho de vocês. Agora em diante o Olímpico, nosso velho companheiro deixará de existir para passar a ser a estrela mais brilhante do céu e a lembrança que permaneceu viva, pois recebeu o nome de Monumental, Olímpico Monumental.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Eternizado na Seleção do Olímpico

Impossível deixar de dizer que quando fizemos as coisas com vontade e determinação iremos ter um retorno incrível disso. Esqueçam essa que títulos valem mais que o amor, que um gol vale mais gestos feitos com vontade ou que um drible fala mais alto pelo respeito ao que se veste junto ao corpo. Esqueçam. Em alguns caso pode sim ser verdade contudo o valor está nas coisas pequenas, principalmente aquelas vistas somente com o coração. A prova disso? Tcheco. Devido ao fim da Era Estádio Olímpico, a direção gremista selecionou três melhores jogadores, jogadores que mais fizeram história na sua posição e a cada jogo a torcida votava em seu preferido. A categoria melhor meia pela direita foi para votação dia 5 de Setembro no jogo contra o Atlético GO, essa era justamente a categoria que o Tcheco estava concorrendo. Estar entre o três já era algo fantástico.
Mas podia melhorar ainda mais. Nesse domingo, o Guia da Partida trazia o resultado, a tão esperada votação, os nomes que entrariam ainda mais na história do Estádio Olímpico. Ao correr o olhos dos vencedores, um chamaria mais atenção: Tcheco. O Tcheco, o Capitão gremista, os discursos ponderados, as comemorações exuberantes, estão na Seleção do Estádio Olímpico Monumental. Seu nome já estava lá traçado com carinho, de uma forma peculiar, sempre trazendo ótimas recordações quando era mencionado e agora mais que isso seu nome já é Imortal, é Eterno, ninguém vai apagar isso. No fim do ano o tão amado Monumental deixará de ecoar e os gritos que antes amedrontavam os visitante passarão a ser apenas uma lembrança dos torcedores que tiveram a honra de sentir essa emoção na pele. Contudo tudo que foi vivido nesses 58 anos jamais serão apagados, talvez alguns capítulos se percam, agora de uma coisa eu tenho certeza esses 11 nomes, esses 11 atletas que vestiram essa camisa nunca mais serão apagados. Daqui a alguns anos poderemos dizer a aqueles não tiveram a graça de vê-los jogar como eles foram ídolos de verdade.
Eu tenho um orgulho gigantesco de ver o Tcheco entre esses nomes, entre Danrlei, Arce, Pavilhão, De León e Roger; Emerson, Dinho, e Carlos Miguel; Renato e Jardel. A maioria estrelas do passado, poucos ídolo do presente. A semelhança entre eles certamente foi o amor com que vestiam a camiseta do Grêmio, amor traduzido no estádio que ecoava orgulhoso seus nomes, foram gols rechados de emoções e gestos com alto grau de preciosidade. O Tcheco é muito merecedor disso tudo, tenho certeza que é algo extremante valioso a ele, para mim também, ao ser informado da noticia ratificou as palavras a cima: -Nossa que legal, eu não esperava, que honra tudo isso que acontece comigo
Essa nomeação é uma premiação digna a ti Tcheco, que a todos momentos se mostrava um apaixonado pelo que fazia, tua história é diferente, não ficou marcada por título histórico, muito conquistam títulos, mas poucos conquistam o amor da torcida, tu foste um desses poucos. Sempre vai nos deixar a sorrir de saudade e orgulhos pelos dias que passaste por aqui. Ensinou-nos a definição correta de ídolo, venceu cada obstáculo de maneira grandiosa, derramou suas lágrimas pelo time que tanto amamos isso fez de ti esse vencedor. De caráter raro soube nos cativar e enxergar muito além da bola e do gol, porque você não se restringe a isso, a prova? O império de admiradores que te elegeram o melhor meia pela direita de toda história olímpica do Monumental. Enquanto muitos nos abandonavam, esqueciam nossas cores, tu estavas lá, com a mesma empolgação de sempre. A camisa que você fazia reluzir agora vai ser eternizada nas imagens ao lado desses outros craques, a torcida que entoava um “Dalhe Tcheco Copero” na sua despedida do Grêmio vai fazer questão de imortalizar esse cântico ao lado de todos os outros. Porque, sim, você fez história, está na história e pra quem chegou aqui como mais um, você será sempre integrante da Seleção do Olímpico de todos os tempos. Parabéns!

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Pode estar pintando um novo treinador?

Em poucos meses a carreira do Tcheco deu um belo giro e no inicio de 2013 ela pode ter mais um caminho. Até a metade do ano o Capitão ainda calçava as chuteiras e vestia o uniforme. Declarada a aposentadoria dos gramados passou a ser braço direito de Felipe Ximenes, o cargo mais burocrático encerrou-se em dois meses. Com a saída de Marcelo Oliveira do comando da equipe, ao Tcheco foi destinada a tarefa de ser auxiliar técnico de Marquinhos Santos. E agora em 2013 com o inicio do Campeonato Paranaense pode ser dele a responsabilidade de comandar a equipe sub-23 enquanto o técnico oficial acompanha o time principal na pré-temporada. Enquanto isso não é decidido definitivamente Tcheco se diverte com as mudanças rápidas: -Acho que o próximo objetivo é ser presidente, né. Tomara que o Vilson não escute isso
Ainda não está completamente decidido que será o Tcheco o incumbido da função, ele não nega a alegria e a honra caso aconteça, mas mantém a humildade afirmando que o outro auxiliar, Edson Borges também tem competência para o mesmo: -Foi simplesmente um primeiro esboço de uma reunião com a diretoria em termos de planejamento, não está confirmado. Tem uma perspectiva de que pode acontecer. Se acontecer, independente ser for eu ou o Edson, vou me sentir lisonjeado, pois preparado nunca vou estar. Vamos tentar nos planejar bem para que as coisas saiam de uma forma boa e eu tenha uma experiência como treinador
Essa parceria não deixa de ser fruto da relação entre as três partes no comando do time. Sendo o mais novo dos três, Marquinhos mantém uma relação de liberdade com seus auxiliares, discutindo juntos, táticas e o que pode ser melhorado. Enquanto o Tcheco se encarrega mais da relação com os atletas e avaliação dos erros, Edson preocupa-se com o mapeamento dos adversários. Uma metodologia nova, que vem se mostrando muito eficiente: -Como o Marquinhos é um treinador novo em idade e, por ser o primeiro trabalho profissional, ele já vem com uma metodologia um pouco mais nova. Ele dá liberdade para crescer junto com ele em termos de ideias e novidades, mas principalmente pelo respeito que ele tem por nós. Isso tira um pouco a responsabilidade dele com os jogadores e imprensa. É uma nova filosofia de comissão técnica Acredito que o sucesso é questão de tempo. Admiro a atitude do Marquinhos, assim mesmo se faz uma equipe, durante os jogos facilmente se vê a parceria, principalmente com Tcheco que fica ao seu lado no banco de reservas e não deixa de chamar a atenção dos jogadores e buscar um melhor aproveitamento. Nada muito novo pra quem costumava ser um grande líder dentro de campo. Sobre a questão de ser treinador, considero o Tcheco plenamente apto e capaz para assumir o cargo, no qual requer características próprias da sua personalidade. Apesar se ser uma função com alto grau de cobrança, gostaria de vê-lo assumindo esse posto e como nas outros desafios que teve poder vibrar e comemorar suas conquistas. Independente do que aconteça, o que é certo vai acontecer e assim, mais histórias poderão ser escritas.
O próximo jogo do Coritiba é nesse sábado, às 21 horas contra o Corinthians no Pacaembu, lembrando que jogo passado foi conquistada uma vitória maiúscula, por 1x0 contra o vice- líder Atlético Mineiro e de sobra ainda deram uma forcinha para o Grêmio, mesmo de longe e indiretamente o Tcheco continua sendo fundamental ao Tricolor. Valeu Tcheco! Valeu Coxa!

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Um belo reencontro em cima de um sonho realizado

Quando o jogo envolve Grêmio e Coritiba com certeza a importância vai além dos três pontos, ainda mais quando esse é o jogo escolhido para assistir a sua primeira partida do Olímpico e de praxe ver seu ídolo. Pois é, dia 20 de outubro certamente foi muito, muito especial mesmo para mim. Pela primeira vez, depois de tantos anos acompanhando o Grêmio e torcendo de longe, pude fazer minha “estreia” digamos assim no Estádio Olímpico, talvez tenha sido meu olá e meu tchau também ao Monumental, que vem com seus dias contados.

Ouvir a torcida, o hino entoando ainda mais belo, a bola rolando e tua voz ecoando entre os milhares que ali estavam. Viver tudo isso já era uma emoção em tanto, ela se viu duplicada quando no mesmo dia pude matar a saudade de ver o Tcheco. Simpático como sempre veio ele, exibindo no sorriso e no abraço a personalidade de um ídolo de coração grandioso. Deu para conversar bastantes, entregar alguns presentes e ver a imagem de um paizão que se orgulhava falando e mostrando fotos do filho Leonardo, paizão que ensina desde pequeno ao Leleco a chave para um bom sucesso:
-A única coisa que peço ao Léo ao jogar é que jogue com vontade

  Variando entre assuntos futebolísticos, livro e histórias, o Tcheco se mostrou fã de romances, completo com o cargo de auxiliar técnico mas ainda com saudades do tempo que calçava a chuteira e encantado com as obras da Arena. Só de estar frente a frente com o Capitão já se percebe como nem todos precisam de capas ou poderes para serem chamados de super, um bom caráter, um sorriso e uma serie de gestos provam como um bom coração nos torna seres humanos de verdade, o Tcheco é um deles. Tenho muito orgulho de ser fã dessa grande pessoa.

Essas palavras se ratificam quando o Tcheco pisa no gramado do Olímpico, logo uma série de torcedores ovaciona seu nome, ele retribui colocando a mão no peito e acenando, cumprimentos de ex companheiros de time, funcionários do clube e da comissão técnica gremista também não faltaram, facilmente percebia-se como a figura Tcheco era bem vinda por ali. Ao termino da partida quando as luzes do estádio já iam se apagando, até o túnel que dá acesso ao campo já tinha sido arreado e quase toda torcida já havia saído sobrando aqueles que faziam questão de dar seu tchau ao Tcheco, ele continuava lá, dentro de campo sendo o alvo de microfones, abraços e muitos sorrisos. Nenhum jogador havia restado, sobrava o antigo Capitão gremista, agora auxiliar do Coritiba, na simplicidade de sempre ele mostrava como seu trabalho foi bem feito, como sua pessoa se relaciona com amizades e traços feitos com capricho. Traços que mesmo sem querer se tornaram permanentes e traduzem o quanto o passado valeu a pena.

Não posso deixar de dar meus parabéns à simpatia das pessoas no hotel Coxa Branca, fui muito bem recebida, não foi preciso fazer o possível e impossível para uma fã ver o ídolo, bastou chegar lá e pronto já havia pessoas prontas a te ajudar. Simpatia também por parte do superintendente de futebol do Coxa, Felipe Ximenes, já havia sido muito importante pra mim quando vi o Tcheco pela primeira vez, feliz do Coritiba que pode contar com uma figura tão carismática e competente dentro do clube. O resultado do jogo não foi bem o que eu gostaria, dos melhores dos empates com certeza um 0x0 foi o mais chato de todos eles. De tudo que se viveu não posso negar que faltou o grito de gol, e a avalanche rolando, mas nem tudo é perfeito, fica para a próxima. Esse foi um dia de se dizer incrível. Sejam os momentos curtos ou longos, alegres ou nem tanto, planejados ou não o importantes é vivê-los e aproveita-los ao máximo enquanto eles duram porque o tempo que foi não volta mais, contudo as lembranças podem sempre se manter vivas basta dar valor a elas.


  Me sinto realizada por ter estado no Olímpico e muito feliz de ter reencontrado o Tcheco. Ao Monumental digo que dos jogos todos disputados ali fique a essência de cada grito, cada lágrima e cada torcedor que pode sentir sua essência mantenha viva essa alma Olímpica. Ao Tcheco digo meu muito obrigado pelo tempo que passou comigo, pela atenção e deixo meu orgulho como fã de suas atitudes e de sua pessoa. Com certeza 20 de outubro vai continuar vivo dentro de mim por um longo tempo...